segunda-feira, 1 de julho de 2013

POLITICO QUE PROMETE E NÃO CUMPRE, MERECE SUA CONFIANÇA?

POLITICO QUE PROMETE E NÃO CUMPRE, MERECE SUA CONFIANÇA?

Artimanhas do Anti-Marketing dos políticos de plantão:
São idealizadores de roubar idéias das comunidades.
São falsos o tempo todo.
Quando adquirem alguma informação relevante não passa a ninguém.
Nunca ensinam nada a ninguém.
São mentirosos o tempo todo.
Tratam mal as pessoas simples.
Não participam de programas da comunidade.
Chegam sempre atrasados em qualquer ocasião.
Não se comprometem com nada.
Armam ciladas para seus concorrentes.
Desejam sempre ter sucesso vangloriando a si mesmo.
Não participam de festas e confraternizações com a comunidade.
Mostram as suas qualidades pessoais para tornar a sua imagem verdadeira.
Não respeitam opiniões e nem direitos.
Oferecem presentes ou favores em troca de voto.
Compram votos como se estivessem saldando compromissos.

Objetivos dos políticos de plantão:
Dizem que é nosso amigo.
Não ouvem os nossos sonhos e nossas opiniões.
Falam muito e prometem mundos e fundos.
Oferece presentes em troca do seu número para nós gravar-mos.
Beijam e abraçam os nossos filhos com batidinhas nas nossas costas.
Ignoram as nossas presenças e os nossos problemas dos bairros.
Não olham em nossos olhos e fazem de conta que são reis.
Não querem ouvir nossas idéias e nem falam em soluções.
Falam mal dos adversários, nada prometem e ainda cobram o nosso voto.
Olham em volta a realidade em que nós vivemos.
Querem saber os nossos nomes e os problemas dos nossos bairros.
Ouvem as nossas idéias e propostas e não fazem nada e quando fazem dizem que são idéias e propostas deles.
Dão presentes em troca de votos sem comprometer-se com nada.
Não assumem compromissos quando ouvem pessoas das comunidades que defendem os nossos direitos e interesses de como os nossos eleitos devem usar bem o erário público.
Não trabalham para defender a nossa Constituição Federal.


O nosso Voto não deve ser Vendido, Trocado ou Negociado, porque senão nós seremos os Corruptos do Passado, Presente e Futuro.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

A ANTIÉTICA NA COMPRA DE VOTOS

A ANTIÉTICA NA COMPRA DE VOTOS

As várias modalidades na compra de votos de pequenos e grandes grupos oligárquicos monopolizadores e de partidos políticos virem a exercer o poder e o dinheiro sobre os eleitores excluídos da sociedade, em todo o curso da história brasileira, tem sido marcada pela Força e Coerção de muitos.
Vários instrumentos ineficientes como o caso da (Lei) que não pune ninguém e ninguém vai para a cadeia e na tentativa corporativa e nepotista de antidemocratizar as relações entre os eleitos e os eleitores, já foram criados e incorporados (Leis Eleitorais), mas com o tempo do esquecimento também foram deteriorados pela prevalência do Interesse a Corrupção.
 O (Direito ao Voto Livre) talvez tenha acontecido como o último dos engodos admitidos pela oligarquia monopolizadora e os políticos de plantão, com o objetivo pessoal e egoísta de passar aos eleitores excluídos que o sufrágio eleitoral ou a (Escolha) de seus (Representantes) pelo voto, seja a maior manifestação da (Democracia) as vistas da (Justiça Eleitoral).
Até que em nosso País poderia ser, se não fosse manipulado por outros instrumentos coercitivos usados na disputa eleitoral que é a compra de votos em dinheiro, cestas básicas e outros bens.
Com o uso de vários instrumentos ilícitos durante todo o processo eleitoral as vistas da (Justiça Eleitoral, que em alguns e muitos casos estes são indicações políticas partidárias dos Poderes Executivos Eleitos) e sem nenhuma Punição Exemplar que deve ser a cadeia ou o suicídio dos eleitores, o voto deixa de ser livre para ser dependente da oligarquia monopolizadora e dos políticos de plantão.
A grande maioria dos Cãodidatos não é mais eleita por méritos, mas pela capacidade de agregar recursos da oligarquia monopolizadora e depois reparti-los através de licitações após o processo eleitoral ou também pela condição de prometer empregos, cargos, benefícios e até de poder ameaçar a retirada de cargos e empregos.
E estes recursos usados pelos Cãodidatos sem que siba a origem e será feita (Prestação de Contas), para quem, quando e como, é preciso que os (Órgãos de Fiscalização Eleitorais) verifiquem de quantos novos empregos devem ser gerados e as licitações fraudulentas após as eleições para atender a todas as promessas eleitorais as oligarquias monopolizadoras feitas pelos Cãodidatos.
Diante deste quadro triste em nosso País, qualquer discurso que venha ser feito por qualquer dos Cãodidatos Eleitos com o conteúdo de que foi a (Vontade do Eleitor) que definiu o resultado, não passa de uma grande mentira e o pior é que tem a total aprovação da (Justiça Eleitoral) sem nenhuma investigação Pós Eleição.
E os votos dos eleitores que seriam o suficiente para a eleição, se fosse não teria acontecido à triste prática de (Boca de Urna ou Fiscais de Eleição) por todos os Cãodidatos.
Nesta (Democracia) brasileira em que os poderes econômicos da oligarquia monopolizadora e os políticos de plantão abafam o poder social, o acúmulo de força do dinheiro para a ALIENAÇÃO DA MISÉRIA DO CLIENTELISMO, PATERNALISMO E ASSISTENCIALISMO dos eleitores excluídos pelo voto, não passa de enganação imposta por uma pequena parcela que pretende chegar ou se perpetuar no poder a qualquer custo, massificando a miséria, a injustiça, a corrupção, a marginalidade, garantindo o benefício para poucos.
Esta é a triste realidade eleitoral brasileira em todos os processos eleitorais e da relação do poder econômico e político da oligarquia monopolizadora e dos políticos de plantão que é a Compra do Voto, e não podemos de deixar a desejar que infelizmente os Três Poderes do nosso País não são independentes e harmônicos entre si, ou seja, um é Tentáculo do outro e sem falar quando os mesmos oferecem Medalhas de Honra ao Mérito as oligarquias monopolizadoras e aos políticos de plantão, este é o Brasil esquecendo-se dos outros Brasis.

Perguntas: 
O que seria hoje, um político ideal para o Brasil?
Quais são os fundamentos da democracia que devem ser cobrados dos políticos?
Qual seria o tratamento ideal para os políticos corruptos?
Espera-se de um político corrupto a mesma dignidade e retidão de caráter de um cidadão contribuinte honesto?
Como deve ser punido um político corrupto (Com a história suficiente para não ser tratado com foros privilegiados)?
Que valores o político corrupto transmite para os cidadãos contribuintes honestos, com o discurso que trai sua própria história?
Qual deve ser a punição para políticos corruptos que fazem alianças bizarras do “Toma lá dá cá”? 
Qual deve ser a punição para políticos corruptos que se solidarizam entre si para manter o nepotismo e o corporativismo acima dos interesses dos cidadãos contribuintes honestos?  

A justiça é uma idéia, o direito é a parte da idéia e as (Leis) Anti-Éticas é o constrangimento dos cidadãos contribuintes honestos.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

ÉTICA E CONDUTA

ÉTICA E CONDUTA

A nossa juventude não é alheia a política. Mas há uma diferença entre as gerações passadas e a presente, quanto as formas de PENSAR e exercer a CIDADANIA. As utopias revolucionárias de ESQUERDA ou do CONSERVADORISMO DE DIREITA (PODER E DINHEIRO) do século XX e XXI ainda não perderam sua CAPACIDADE DE SEDUÇÃO (AUTORITARISMO, CORPORATIVISMO, NEPOTISMO E ABUSO DE PODER).
O século XXI exige um novo EXERCÍCIO DA CIDADANIA (Cumprimento das Leis para Ricos e Pobres), que em sua maioria é mais para os POBRES. O que pulsa na vida política da juventude em um País em que a Constituição Federal é desrespeitada e rasgada todos os dias, ou seja, onde todos os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) não se entendem e juram perante ela e não cumprem, principalmente pela falta de ÉTICA.
E as perguntas sem respostas surgem. Que mundo deseja construir para as crianças e os jovens? Com quais valores éticos? O que pesa na hora em que tomam decisões para o destino do País é a coletividade ou a individualidade? Ninguém pode privar o CIDADÃO CONTRIBUINTE DA INICIATIVA PRIVADA que carregam os Três Poderes nas costas do direito de responder e também fazer estas perguntas aos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) organizados/desorganizados sem respostas hábeis e eficientes aos CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA.
Mas, também, é importante que os adultos respondam se levam em conta os pontos de vista e os interesses da juventude em que vivem...
Será que os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) permitirão que eles tenham vez e voz na hora das decisões que importam ao País ou é só na HORA DE VOTAR?
Quais os interesses individuais corporativistas e nepotistas que estão por trás daqueles que juram perante a Constituição Federal?
Existe ÉTICA E CONDUTA na hora do juramento?
Quem jura perante a Constituição Federal e não cumpre deve ser preso?
Quando transgredimos a nossa Constituição Federal com DISCREPÂNCIA deixamos de ser gente de conviver e exercer a nossa CIDADANIA, porque a vida e a CAUSA DA LEIS E EFEITOS nos ensina muitas coisas e mostra o quanto poderemos aprender no respeito as tradições, culturas e a história de cada um de nós, ocupando o tempo livre em BOAS REALIZAÇÕES COLETIVAS.
Sempre tropeçamos nas pedras pequenas e as grandes logo enxergamos, é como irmos a uma festa, enxergamos uma ou várias mesas com muitas guloseimas e não podemos comer tudo, ou seja, o olho torna-se maior que o estomago.
A coragem que a juventude emprega diariamente para enfrentar a vida sem perspectivas educacionais revelará a verdadeira coragem que os mesmos possuirão na hora de envelhecer.
A cada dia que passa as nossas crianças e os jovens vê o DOMINÍO DO PODER E DO DINHEIRO corroer os fundamentos da nossa CIDADANIA, criando a lei do mais forte, do egoísmo, de um país onde poucos têm muito não se importando com os sofrimentos dos que nada têm, ou seja, o poder do TER em detrimento do SER.
Pequeno é aquele que ama os Grandes (Poder e Dinheiro) e Grande é aquele que ama os Pequenos (Os que quase nada têm e os que não têm nada), é uma filosofia, mas em nosso PAÍS é muito difícil isto acontecer, porque a nossa Constituição Federal é Corporativista e Nepotista.
Não são os POSTOS (PODERES) que honram os homens e sim os homens que devem honrar os POSTOS (PODERES EMANADOS DOS CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA). A Riqueza (Poder e Dinheiro) da individualidade de poucos tem contribuído para a pobreza constituída de HERDEIROS (CRIANÇAS, JOVENS E VELHOS) dos que nada têm, ou seja, sem nenhuma fiscalização dos (DETENTORES DA LEI).
A ambição pelo (PODER E DINHEIRO) é a raiz de todos os males, pois destrói a CONVIVÊNCIA CIDADÂ e não deve ser em prol de si mesmo buscando benefícios e privilégios individuais, deixando o CIDADÃO CONTRIBUINTE DA INICIATIVA PRIVADA que os mantêm e os sustentam no SOFRIMENTO E SEM DIGNIDADE.
O abuso e mau uso do poder é o grande problema em nosso País, porque a dignidade, não é um atributo externo, mas inerente a todo ser humano, não depende de seu estado de desenvolvimento, de sua saúde, de suas qualidades e capacidades e sim de ÉTICA E BOA CONDUTA.
Em qualquer estado e condição é uma unidade de corpo e espírito, aberto a um horizonte transcendente sobre o sentido último de sua existência, porque a dignidade não se atribui, se reconhece, não se outorga como determina a lei do homem, se respeita.
Os DIRIGENTES DO ESTADO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO) devem ter competência, eficiência e de serem hábeis para antecipar os problemas coletivos que eles irão enfrentar e, ao antecipar os problemas coletivos, devem extirpá-los, não permitindo que o tempo corroa a sua (SERVIDÃO PÚBLICA) daqueles que os mantêm e os sustentam, ou seja, os CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA, porque o dia em deixar de existir os CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA não existirá mais GOVERNO.
Os DIRIGENTES DO ESTADO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO) devem conduzir todos os PROGRAMAS/PROJETOS SOCIAIS a um objetivo determinado procurando fiscalizar e estabelecer os mais altos possíveis e impulsionar os CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA, não os colocando em alvos difíceis e não se limitar aos considerados VIÁVEIS/FÁCEIS, porque na realidade, na ação dos CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA, a tendência é sempre atingir objetivos de qualidades inferiores aos PROGRAMADOS/PROJETADOS com os DESVIOS DE VERBAS PÚBLICAS.        
Os DIRIGENTES DO ESTADO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO) devem realizar todas as AÇÕES que não produzam malefícios aos CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA para que seus efeitos não perdurem durante todo o tempo em que estiverem dirigindo qualquer ÓRGÃO PÚBLICO, porque toda ação em prol dos CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA e devem ser vitoriosas e levadas com as próprias forças que puderem ser mobilizadas para esta AÇÃO de PROGRAMAS/PROJETOS SOCIAIS.
Os DIRIGENTES DO ESTADO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO), os quais se desenvolvem os PROGRAMAS/PROJETOS SOCIAIS emanados de todas CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAL COMUNITÁRIAS e desconhecem essas DIRETRIZES, conduzem o nosso PAÍS para a MISÉRIA EDUCACIONAL E AMBIENTAL.      
Os CIDADÃOS CONTRIBUINTES DA INICIATIVA PRIVADA esperam dos DIRIGENTES DO ESTADO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO), que tomem decisões adequadas, justas e corretas, ainda quando isto FIRA A INTERESSES de um ou outro GRUPO DE PODER E DINHEIRO, agindo com ÉTICA E BOA CONDUTA.
A honestidade e a franqueza nos tornam vulneráveis e assim mesmo devemos ser francos, porque a mentira é como a DESGRAÇA e nunca vem só. Porque não devemos fazer da nossa vida um RASCUNHO, pois podemos não dar tempo de passar a LIMPO e com FÉ não há PERGUNTA e sem FÉ não há RESPOSTA.

E nunca devemos contar tudo o que sabemos, porque na realidade não sabemos de nada e continuamos aprendendo. E nunca fazer tudo o que podemos, porque na realidade só fazemos o que está dentro de nossas possibilidades e limitações. E nunca acreditar em tudo o que ouvimos, porque na realidade ao contar para os outros estamos nos comprometendo e outros sempre aumentam ou diminuem o que ouvimos. Esta é a verdadeira ÉTICA E BOA CONDUTA do nosso COTIDIANO.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

DISCURSO DE POLÍTICOS SEM PRINCÍPIOS ÉTICOS

DISCURSO DE POLÍTICOS SEM PRINCÍPIOS ÉTICOS

- Minha candidatura é independente e jamais consenti a partidarização em minha comunidade.
- Faço política no bom sentido, dentro da minha valorosa comunidade, sem pedir apoio a grupos econômicos.
- Sou muito conhecido e militante em minha comunidade enfrentando adversidades para garantir a cidadania de toda a comunidade carente.
- Não sou diletante, que pouco ou quase nada deixo de saber da agruras da população carente e de minha comunidade.
- Jamais insultei a honra de qualquer cidadão da minha comunidade.
- Sempre respeitei minha comunidade e fiz tudo as claras, porque nada tenho a temer ou a esconder.
- Minha posição é firme e serena e luto em defesa das prerrogativas da minha comunidade com coragem e vigor.
- Alguns pontos de atrito que tenho enfrentado são decorrências naturais do cumprimento do meu dever com a minha comunidade.
- Zelo, pelo patrimônio de toda a comunidade que é a cidadania plena com desvelo e seriedade, mantendo compromissos de honra inabaláveis.
- Sei dos sacrifícios dos cidadãos contribuintes para manter a dignidade e respeito de minha comunidade.
- Por isso, me recuso a fazer propostas e promessas eleitoreiras e irresponsáveis.
- Minhas despesas de campanha são modestas e é verdade e são pagas do meu próprio bolso e não é financiada por grupos econômicos.
- Só concordei em me candidatar porque tenho consciência dos desafios que se antepõem a minha pessoa e a minha comunidade no limiar de novo milênio.
- Não posso permitir que a nossa comunidade caia nas mãos daqueles políticos profissionais que só querem tirar proveito pessoal.
- E por esses motivos é que peço o seu valioso voto, na certeza de que jamais os decepcionarei.
- Vocês me conhecem bem e juntos vamos manter a nossa dignidade longe de “Políticos Corruptos”.


Infeliz do homem que tem os olhos fitos em dois caminhos. Provérbio Curdo.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

A MORTE DA CIDADANIA

A MORTE DA CIDADANIA

           É interessante lembrar a história dos cidadãos contribuintes da iniciativa privada que estavam e ainda estão prestes ir a falência e os ditos cidadãos contribuintes da iniciativa privada, sequer se reuniam em suas comunidades, associações, escolas, etc., para apontarem os culpados.
            Certo cidadão contribuinte da iniciativa privada resolveu marcar o dia do enterro de todos os cidadãos contribuintes da iniciativa privada, incluindo as comunidades, associações, escolas, etc. Todos os cidadãos contribuintes da iniciativa privada se assustaram, porém, ficaram curiosos para ver a cara do defunto. No dia e hora marcados, os cidadãos contribuintes da iniciativa privada, lá estavam para a solenidade do velório.
            No meio de uma praça pública, o certo cidadão contribuinte da iniciativa privada, colocou um enorme caixão preto aberto e organizou a fila dos cidadãos contribuintes da iniciativa privada para o último adeus.
            Muitas flores e muitas expectativas, a medida que foi dado o inicio para todos os cidadãos contribuintes da iniciativa privada olharem dentro do caixão, a decepção foi geral. O corpo do defunto estava coberto de flores, mas no lugar do rosto, havia um enorme espelho. Cada cidadão contribuinte da iniciativa privada se mirava no enorme espelho, levava um susto e saia pensativo. Serviu de lição a idéia, porque, em médio e em longo prazo, os cidadãos contribuintes da iniciativa privada terão de “RESSUSCITAR” e nenhum cidadão contribuinte da iniciativa privada se esquecerá de exigir que os seus direitos civis e da sua cidadania circunscrita na Constituição Federal pertence a cada um, ou devemos nos perguntar:
            Seria necessário marcar o enterro de nossa cidadania???...
            Quem seriam os culpados por tantos fracassos acumulados???...
            Os momentos são expectativas e tensões e se sabe que as soluções existem. Precisamos Trabalhar intensamente antes que a nossa cidadania se tornem irrecuperáveis. Vamos a um grande brado: Fora aos “Excrementos e Vermes Antropófagos de Gravatas”, com “Promessas Bizarras Eleitorais” e “Cadeia Neles” com a devolução total “Roubo” do “Erário Público” ou “Anulem” o seu “Voto”.
            “Os seres humanos são como tapetes: Ás vezes precisa ser sacudido”. Provérbio Árabe.
            PROCLAMAR é a intenção da realidade e CUMPRIR é a extensão da realidade, mas em nosso País (Brasil) isto não acontece.

            Devemos lembrar: Que a cada eleição sempre se mantém os mesmos candidatos sujos de plantão “Excrementos e Vermes Antropófagos de Gravatas”para dar o “Bote”, portanto não vote em candidato sujo porque a “Urna” não é “Lixeira”.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

AS AGENDAS SETORIAIS DA CIDADANIA

AS AGENDAS SETORIAIS DA CIDADANIA

A AGENDA DA CULTURA

Substituição de importação de bens simbólicos.
Substituir nossa miséria cultural pela cultura da cidadania da cidadania.
Nossa baixa - estima e xenofilia pelo orgulho nacional.
Nosso individualismo & patrimonialismo pelo associativismo privado e público.
Contrato bilateral pelo contrato multilateral.
A orfandade civil pelo cooperativismo.
Para além das reformas econômicas, previdenciária e tributária, as reformas culturais e simbólicas dos sistemas políticos e judiciários que atrasam o nosso País.

A AGENDA DA JUSTIÇA

Merchandising Social & Merchandising da Cidadania.
Cartilhas de Educação Legal Popular & Imprensa Oficial.
Magistratura Aberta e Disponível a População e a Mídia.
TV da Justiça & M. P. (Ministério Público) com Participação da População e das Redes Privadas.
Seminário da População e da Mídia para o Judiciário.
Seminário da População e da Mídia para (re) produtores Culturais & Inteligentsía.
Campanhas de Propaganda de “como usar” a Justiça e o Estado (Esferas da União, Estados e Municípios – Executivo – Legislativo – Judiciário).

A AGENDA NA MÍDIA

Balancear o Noticiário Catastrofista com Casos Exemplares.
Cobrir melhor o Judiciário & M. P. (Ministério Público), bem como as denúncias dos Crimes Contra a Economia Popular e Congêneres.
Introduzir o Ideário do Bem Triunfante dos trial movies e do crime doesn’t pay de Hollywood.
Cobrir o Movimento Social Organizado as Assembléias Livres e Gerais Comunitárias Espontâneas Autônomas para a Garantia Constitucional e em Defesa dos Cidadãos Vitimados - Lei 1207 de 25 de outubro de 1950 e as Associações de Defesa dos Consumidores sem fins Econômicos.

Promover conferências, congressos, convenções, debates, encontros, eventos, fóruns, mesas - redonda, promover cursos, seminários e conclaves de tipos de naturezas diversas das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumos Público e Congêneres sobre a Função do Processo Executivo, Legislativo e Judiciário das Esferas Municipais, Estaduais e Federal e a Organização do Sexto Setor e Os Cidadãos Contribuintes.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

A CIDADANIA NA MÍDIA

A CIDADANIA NA MÍDIA

            A (MÍDIA BRASILEIRA), (DIANTE DA JUSTIÇA), das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, podem ser consideradas como (FATORES DECISIVOS DE INCLUSÕES DA TOTALIDADE DE BRASILEIROS NA CULTURA DA CIDADANIA DA CIDADANIA).
            A reflexão que temos de fazer é: - quantos de nós somos os homens de bem, no sentido de cidadãos contribuintes decididos a difundir e a responder pela justiça como o maior bem de uma nação?
            O projeto “QC” QUESTIONA CIDADÃO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN, se impõe a missão de abrir espaço na mídia brasileira para o incentivo, a prática, a cultura e difusão dos direitos do cidadão contribuinte. Compõe-se de programas de propaganda, materiais impressos, adesivos, panfletos e cartilhas, programas de radiodifusão de sons e imagens, colunas de jornais e merchandising da logomarca para uso do cidadão contribuinte, bem como um Livro Virtual de casos de cidadania da cidadania exemplar com um personagem chamado CID (CIDADÃOS INSTITUCIONAIS DO DIREITO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN) que representa o espírito de cidadania.
            Justifico a internet e a radiodifusão de sons e imagens como mídia prioritária, pois devemos estar convencidos que a exemplaridade sempre foi um projeto de cima para baixo, como os exemplos abaixo.
            Assim é que, com relação à distribuição de Justiça, somos:
1% = 1,8 milhão dos Atores e Agentes de Grandes Corporações Usuários conscientes dos Direitos e Justiça, Pós - Graduados, de Classes de Alta Renda e Alto Consumo Privado e Consumo Público.
10% = 17 milhões de não Contribuintes – Estornos Funcionários Públicos de Alta Graduação, Membros Atuantes de Associações com ou sem fins Econômicos, Graduados Empresários das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, Consumidores de bens duráveis, casa e automóvel, internet, cartões de crédito e planos de saúde.
20% = 34 milhões da Iniciativa Privada e Pública de bens e não duráveis, Altos Empregados, sobretudo das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, Atores do Mercado, Classe Média Alta, mas com muito menos Atuação em Associações sem Fins Econômicos.
50% = 85 milhões ou mais de Cidadãos Contribuintes - Excluídos - Moradores e às vezes sem Moradia nenhuma, Sub - Empregados e Autônomos, Consumidores de Cesta Básica, atingidos pela Família e Associações sem fins Econômicos, Escola Fundamental e Média, muitas das vezes sem o Curso Superior, ou seja, Classe C, D e na maioria das vezes E.
20% = 34 milhões ou mais de Cidadãos Contribuintes (Os que quase nada têm e os que não têm nada), também excluídos/excluídas da cidadania da cidadania, Atingidos Exclusivamente Pela Mídia.
            Das estimadas 1.000.000 de Associações sem fins Econômicos no Brasil, segundo a última PNAD do IBGE, as de maior ocorrência são as Associações de Moradores e as de menor ocorrência são as relativas aos (Direitos Políticos).  
            Assim, organizar a cidadania no Brasil é prioritariamente organizar as Associações de Bairros e de Moradores, as Associações Ambientais e de Preservação, as Associações de Amigos da Arte e da Cultura, as Associações Recreativas e de Lazer e as Associações de Portadores de Deficiências e de Vítimas de Acidentes, como plenas titulares dos chamados direitos civis coletivos.  
            Todavia, e já em muito menor número, mas de importância estratégica, temos de organizar as Assembléias Livres e Gerais Comunitárias Espontâneas Autônomas para a Garantia Constitucional e em Defesa dos Cidadãos Vitimados - Lei 1207 de 25 de outubro de 1950 e as Associações de Defesa dos Consumidores e de Usuários de Serviços das Concessões e Permissões Públicas, legítimas titulares dos direitos econômicos. Por fim temos de incentivar a organização das Associações de Eleitores e de Contribuintes como as legítimas titulares e avalistas dos direitos políticos.
            Fora as citadas do PNAD do IBGE, o “QC” QUESTIONA CIDADÃO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN pretende semear esta logomarca e conteúdo de comunicação para quaisquer outras Associações, desde que sem fins econômicos, não governamentais, não sindicais, não partidárias, não religiosas, e que lutem por seus direitos civis coletivos, seus direitos políticos sociais e difusos para:
A cidadania na mídia e os benefícios para as comunidades.
Assunção coletiva dos problemas a serem ultrapassados no dia a dia.
Construção de melhor ambiente social nas relações de vizinhança e de trabalho.
Humanização e familiarização das relações comunitárias e profissionais.
Maior eficácia do sistema de segurança pelo coletivo.
Menor tentação do delito pelo maior risco de constrangimento social.
Maior adesão aos compromissos de ética, responsabilidade social e boa conduta das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres.
Maior engajamento nos momentos de dificuldades econômicas e financeiras.
Menor desperdício de recursos e economia e custeio geral das operações.
Maior espírito de equipe pela satisfação de fazer parte e participar.
Transmissão de maior seriedade e credibilidade para demais comunidades.
Minimização de custos com excesso de auditorias e controladorias.
Melhor ferramenta de branding e valorização de marcas pelo orgulho da solidariedade.

Utilizar a radiodifusão de sons e imagens para interagir entre ouvintes e telespectadores e os participantes CID - Cidadãos Institucionais do Direito em programas em rede nacional do QC - Questiona Cidadão.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

CIDADANIA PLENA E DIREITO DO CONSUMIDOR

CIDADANIA PLENA E DIREITO DO CONSUMIDOR 

            Se formos culturalmente marcados pela injustiça social, nossa tarefa mais importante é a do resgate. O CONTROLE SOCIAL INTERNO E EXTERNO AUTÔNOMO E INDEPENDENTE, sem paridade, ou seja, 100% da população em todos os conselhos institucionais da justiça, enquanto efetivo do PODER REPUBLICANO, pois só com a JUSTIÇA HÁBIL, COMPETENTE E EFICIENTE, nós teremos a CIDADANIA PLENA, que é plena CONSCIÊNCIA DE DIREITOS CIVIS COLETIVOS. 
            Se o EXERCÍCIO DA CIDADANIA É DIREITO DE TER E EXIGIR DIREITOS DOS DIREITOS, isto implica numa atitude de conscientização coletiva, numa tomada de ATITUDE CIVIL para o exercício do Controle Social Interno e Externo Autônomo e Independente sobre os Três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. 
            Neste contexto, o DIREITO DO DIREITO DE OBTER DIREITOS, não se opõe ao dever, como o enunciado no capítulo primeiro da C. F. (Constituição Federal). Por que o direito de obter direitos, na verdade, se opõe à Barbárie (VIOLÊNCIA = VIOLAÇÃO) que é a própria ausência de direitos dos nossos direitos, nossa miséria cultural, maior mesmo do que nossa miséria social. Por exemplo: Quando recorremos à justiça para cobrar-mos os nossos direitos e a justiça de mora anos e anos para julgar os nossos processos esta justiça está violando os nossos direitos com muita violência que às vezes o autor vem a óbito e não consegue sentir o sabor da vitória. 
            Usar a (MÍDIA, INSTITUIÇÃO DE EXCELÊNCIA) de nossa cultura, CORTANDO AS VERDADEIRAS REPORTAGENS em que somos entrevistados, para DIFUNDIR A INSTITUIÇÃO DA JUSTIÇA, É DIFUNDIR A CONSCIÊNCIA NO EXERCÍCIO DAS VIRTUDES DO BEM PÚBLICO. 
            É DIFUNDIR NOSSA AUTO-ESTIMA, nosso sentido e sentimento de nação, de PROJETO NACIONAL, DE ORGULHO ÉTNICO E DE BRASILIDADE PATRIÓTICA. Pois a cultura de cidadania que almejamos é a própria CULTURA DE JUSTIÇA. A educação para o Consumo Privado e o Consumo Público consciente no Brasil, pode ser a grande EXPRESSÃO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA.
            Pois, como Grandes Consumidores e Produtores Culturais que somos, temos sabido abrir espaço para o fenômeno dos direitos do consumidor na mídia e não no corpo a corpo, ou seja, se multiplicando os conhecimentos ou MULTIPLICAR, DIVIDIR E REPASSAR OS NOSSOS CONHECIMENTOS. Quem sabe o aprendizado do consumo privado e do consumo público consciente nos leve ao aprendizado dos demais DIREITOS DIFUSOS E COLETIVOS? 

            Como os direitos sociais da Saúde e da Educação, os direitos propriamente civis dos moradores a classe excluída da sociedade, de acordo com a Constituição Federal, mas não lhe dão o direito de OCUPAREM (INVADIREM) Prédios Privados ou Públicos ou Terras Rurais ou Urbanas e a Privacidade das Pessoas, os direitos políticos sociais e não apenas de votar, mas também de anular-mos e também de não comparecer as urnas, mas, sobretudo de controlar os mandatos e, por fim, os direitos dos cidadãos trabalhadores contribuintes da iniciativa privada, não apenas de pagar impostos, taxas diversas, etc., mas, sobretudo de Exigir e Fiscalizar a Boa Aplicação dos Orçamentos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das Esferas Municipais, Estaduais e Federais.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

JUSTIÇA, CIDADANIA E CONSUMO PRIVADO E CONSUMO PÚBLICO

JUSTIÇA, CIDADANIA E CONSUMO PRIVADO E CONSUMO PÚBLICO

            Nossa sociedade definida, como sociedade de consumo privado e de consumo público, não pode pensar o consumo privado e o consumo público enquanto FENÔMENO ECONÔMICO apenas seria uma REFLEXÃO POUCO FÉRTIL. Preferimos pensar o consumo privado e o consumo público enquanto fenômeno civil, a prática da justiça nos mercados “NEM SEMPRE OBJETIVAS, HÁBEIS, COMPETENTES E EFICIENTES COMO DETERMINA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL” e, portanto, fenômeno social. Assim como podemos pensar o consumo privado e o consumo público como fenômeno político, uma vez estar diretamente ligado à capacidade redistributiva dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das Esferas Federal, Estaduais e Municipais, ou seja, racionalizando e cortando todas as (BURROCRACIAS = BUROCRACIAS) e diminuindo as negociatas e pactos sobre os cabides de emprego do corporativismo e as criações de municípios parasitas que vivem à custa dos cidadãos contribuintes, ou seja, não devemos continuar sendo BTIs (Bestas, Tolos, Idiotas e Imbecibilizados) que produzem, e por ser o consumo privado e o consumo público, os principais fatos geradores de Receita Tributária do Nosso País. Assim como as políticas públicas podem partir de alienadas deliberações de ordem ideológica, também podem partir de consistentes avaliações de dados de consumo privado e consumo público nas mais variadas esferas da ordem econômica. Como os (JUSTOS E INJUSTOS) e (PESOS E MEDIDAS) foram parâmetros fundamentais para as instituições de uma ordem econômica estável, a ponto da metrologia científica já ter sido disciplina auxiliar do próprio ministério da justiça, parâmetros de segurança, saúde, informação sobre produtos e serviços bem como sua sustentabilidade ambiental, são hoje atributos essenciais para a consolidação de uma nova ordem econômica numa sociedade de consumo privado e de consumo público de massa em que a MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO DESVALORIZA A PESSOA HUMANA E A EVOLUÇÃO E A COMPLEXIDADE DAS RELAÇÕES JURÍDICAS, principalmente na atualidade, têm impulsionado mudanças nas leis, mas infelizmente ainda muito lentas e atrasadas, ou seja, as leis já nascem velhas como se fosse uma clonagem de outras leis, ou seja, do que já passou ou deixou de existir (EXISTINDO), na interpretação destas pelos (as) Juízes (as). Isso ocorre devido à necessidade de que as (os) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres e as Esferas Federal, Estaduais e Municipais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário tem de proteger interesses legítimos, inclusive personalíssimos, em um mundo em constante mutação e excessivamente centrado nos princípios da MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO E DOS IMPOSTOS (IMPOSIÇÕES FORÇADAS). Ou seja, custe o que custar mesmo que degradem o meio ambiente, sem a valorização da pessoa humana. Essa mutação, que causa uma preocupação crescente em nosso país e em nosso planeta, é motivada pelo advento da Constituição Federal de 1988 que oficializou O DIREITO A REPARAÇÃO DOS DIREITOS PERSONALÍSSIMOS VIOLADOS, ou seja, introduziu claramente, em regra genérica, a norma de proteção daqueles direitos que têm natureza imaterial ou patrimonial. Esses direitos são popularmente conhecidos como DIREITOS À INCOLUMIDADE DOS BENS IMATERIAIS DE UMA PESSOA e qualificam-se como os que têm um valor precípuo na vida do ser humano, sem expressão econômica, como exemplo a paz, a tranqüilidade de espírito, a liberdade individual, o autoritarismo e o excesso de poder de determinadas autoridades públicas (PRINCIPALMENTE DOS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO), a integridade física, a honra, a reputação, os sentimentos íntimos, a privacidade, a dignidade, e demais afetos, etc. Assim, a VIOLAÇÃO DESSES DIREITOS, que venha a causar, dor, tristeza, angústia, às vezes raiva, ódio e rancor, desolação, depressão, trauma, vergonha, constrangimento, etc., obriga o ofensor ao dever de indenizar o ofendido, em se considerando o seu ato ilícito, e infelizmente, o ofendido recorrer a JUSTIÇA LENTA E DEMORADA, infelizmente, infelizmente e infelizmente. “Mesmo quando a motivação daquele que realiza um ato de violência é pura e positiva, é muito difícil prever as conseqüências da violência quando ela é usada como um meio”. Dalai Lama. “A violência impera numa cidade ou entre as nações trazendo guerra e discórdia”. Esopo. “As nossas forças são limitadas e todo arrebatamento violento tem seus intervalos e a violência é o último refúgio do incompetente”. Isaac Assimov.
Impulsionados pela constitucionalidade do direito de reparação por danos morais e pelo estágio atual da civilização que não tolera e jamais irá tolerar os desrespeitos à pessoa humana, em qualquer espécie de relação, os Tribunais Estaduais e Federais nas Questões Trabalhistas, Previdenciárias, Penais e Cíveis Comuns, Juizados Especiais Penais e Cíveis e Congêneres do País - dentre os quais, com (ALGUNS LOUVORES), os Egrégios Tribunais Trabalhistas de algumas Regiões do País - avançam ainda que, lentamente na proteção dos direitos trabalhadores e julgam - se competentes para decidir sobre danos morais e condenar as (os) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no passado, no presente e quem sabe no futuro distante que impôs e sempre impuseram, por atos ilícitos trabalhistas, lesões aos cidadãos contribuintes penalizados POBRES E MISERÁVEIS.
“Sabe-se que existem dois modos de combater: um com as leis, outro com a força. O primeiro é do próprio homem, o segundo, dos animais”. Maquiavel. “Aquele que é virtuoso alcança seu propósito sem nada tomar pela força. Vence sem causar sofrimento ou destruição, sem orgulhar-se ou desfrutar da conquista, e depois se detém”. Laó-Tsé.
Por conseqüência, já são (COMUNS OS CASOS DE CONDENAÇÕES) das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário ao pagamento de indenizações por danos morais, por exemplo, em casos de revistas humilhantes realizadas quando da saída dos empregados do trabalho, para saber se não estão levando nenhum bem ou as invasões e revistas constrangedoras de todos os Policiais em Geral nas Residências e nas Vias Públicas sem Mandado Judicial em conjunto com as prisões enganosas, abusivas, arbitrárias, imorais, irresponsáveis e extorsivas por partes dos (das) Delegados (as) de Polícia, as vezes torturando e obrigando os cidadãos contribuintes da iniciativa privada a confessar crimes que não cometeram, em CASOS DE DENÚNCIAS INVERÍDICAS DE PRÁTICAS das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de desvio, desperdício, corrupção e improbidade administrativa (FURTO OU APROPRIAÇÃO DE BENS SEM PROVAS), em casos discriminatórios, em caso de acidente de trabalho por negligências patronais, etc. Quando em alguma parte setores populares da população começam a descobrir formas novas de lutas e resistência eles redescobrem também velhas e novas formas de “ATUALIZAR” o seu saber de torná-lo orgânico. A necessidade de preservar na consciência dos “IMATUROS” o que os “MAIS VELHOS” consagraram e ao mesmo tempo, o direito de sacudir e questionar tudo o que está consagrado, em nome do que vem (LEIS BIZARRAS) pelo caminho dificultar a “VIDA DO CIDADÃO CONTRIBUINTE HONESTO”. As hipóteses de dano moral dependem da análise das circunstâncias de cada caso, podendo, ainda, ocorrer pela audiência de cumprimento das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de obrigação estabelecida em convenções coletivas garantidos pela Constituição Federal de 1.988, que privou o reclamante de beneficiar-se, infelizmente, do pagamento de seguro que as (os) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário eram obrigados a prover quando o trabalhador estava necessitando de tratamento médico por doença grave ou não grave desde os anos 70, consoante decidiu tardiamente em 1993 a Egrégia 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho, por voto condutor da Juíza Vanja Mendonça do TRT/PA, ou mesmo pelo descumprimento de normas de segurança, de saúde e de higiene, conforme a mesma assinalou em último artigo. É o (AVANÇO DA MALHA DE PROTEÇÃO) aos cidadãos contribuintes por violação de ordem moral, já pode se desenvolver em nova fronteira abriu-se com o advento do NOVO (NASCIDO VELHO) Código Civil Brasileiro, inclusive diante da previsão explícita nele constante e que também é ilícito, logo, sujeitando o seu agente à reparação, o exercício do direito além dos limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa fé ou pelos bons costumes, implicando em dizer que mesmos (ATOS COM APARÊNCIA DE AMPARO NA LEI OBJETIVA), podem ser considerados ilícitos, geradores de danos, inclusive o moral, desde que praticados de forma enganosa, irresponsável, abusiva, absurda e extorsiva, por exemplo, estelionatários, agiotas, bicheiros dos jogos do bicho, caças níqueis, bingos, dedal, jogo da pirâmide, telefestival, giro da sorte, carimbó da sorte, boa sorte, etc.; jogos legais “ILEGAIS” e os jogos “LEGAIS” duplasena, megasena, telesena, quina, loteria federal, loteca, loto fácil, timemania, lotomania, lotogol, raspadinha, supercap, lotomania, etc., estes jogos aprovados, infelizmente pelos nossos Legisladores Estaduais e Federais, cada vez mais o pobre miserável dinheiro do cidadão contribuinte, vai ficando acumulado nas mãos de uma minoria (AVES DE RAPINA E VERDADEIROS VAMPIROS), por isso antes de jogar o seu suado dinheirinho para o lixo ou ralo, pense, pense, pense, pense mil vezes em você e na sua família e abandone de vez esses Vicio ou Doença e infelizmente, nestes casos as pessoas recorrem aos Psicólogos (as), Psicanalistas e Assistentes Sociais do SUS (Sistema Único de Saúde). Cumpre assim o cuidado das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como a atenção dos Cidadãos Contribuintes à nova ordem reinante, com paradigmas avançados dos deveres na relação dos que repelem a visão de que o direito do cidadão contribuinte penalizado e da própria (Justiça Obreira) restringi-se à regulação apenas dos direitos mais conhecidos e ordinários, como por exemplo, horas extras, adicional noturno, adicional de periculosidade, férias, 13º salário, F.G.T.S., etc. Os direitos dos cidadãos contribuintes penalizados são abrangentes que a visão Comum e Leiga pode imaginar e os (Tribunais em Geral) têm sinalizado claramente neste sentido. Por fim, sedimenta-se a cada dia que a proteção do cidadão contribuinte penalizado contra atos das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, ainda que no Campo do Direito Moral, é competência da Justiça em Geral julgar os Processos em tempo HÁBIL (RÁPIDO) com competência e eficiência, antes que o cidadão contribuinte penalizado, venha a FALECER (MORRER DE TÉDIO) antes do julgamento final, a quem no seu mister vem se preocupando em proferir decisões socialmente avançadas, tecnologicamente e cientificamente, bem mais avançadas que o Novo Código Civil e Penal Brasileiro (NASCEU VELHO) e talvez, sabe-se quando neste século, aprovem no Congresso Nacional, quem sabe, o Novo (NASCERÁ VELHO) Código de Processo Penal e Civil Brasileiro, como acima citadas que buscam a proteção da própria Ordem Social e a Valorização do Trabalho e da Pessoa Humana. Por tudo isto ao Comprar um Produto ou Contratar um Serviço, investigue, pesquise e analise o que está por detrás das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; antes de fechar qualquer negócio. Da (CONSTATAÇÃO DA JUSTIÇA) como as próprias essências da ética e da cidadania têm um (Código de Defesa do Consumidor), é mais que um conjunto de dispositivos legais, um fato social, quanto transcender a esfera jurídica - infelizmente, por QUESTÕES DE ÉTICA não seria necessário - ganhar a consciência do cidadão contribuinte. “Para tal, nos parece que as relações de consumo privado e de consumo público entre os vários atores e agentes econômicos serão tanto mais éticas quanto mais conscientes forem de sua liberdade de escolha e de sua responsabilidade social”. A (JUSTIÇA), e seus DISPOSITIVOS PENAIS (JÁ ULTRAPASSADOS), só têm valor e serventia históricos nos mais abrangentes campos da ação social, quando rompem a jurisdição do próprio aparelho judiciário, o (Aparelho Judiciário) tem o dever e a obrigação de defender as vítimas e manter os réus com as devidas punições e não em liberdade provisória como é de praxe, talvez a criminalidade diminuísse e alcançariam os que vivem escondidos (DISFARÇADOS COMO CAMALEÕES) nas (nos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e, sobretudo na complexa sociedade de massa, da própria mídia. Na verdade, a (JUSTIÇA), sempre foi, por exigência pedagógica do instituto penal e civil, a grande usuária do sistema de comunicação social, às vezes parasitas e corporativistas, mesmo nas sociedades mais antigas. A PENA É PÚBLICA, assim como o PROCESSO É PRIVADO, para garantir sua (EXEMPLARIDADE SOCIAL), e não sua simples e perversa aplicação. Das instituições sociais de produção e reprodução de cultura, ao lado da sociedade em geral, igrejas e as instituições políticas que vem desmoronando o nosso país desde o Período Colonial, descumprindo e rasgando todas as Constituições Federais até os dias de hoje, a classe política é a mais privilegiada e perversa com cidadão contribuinte na hora de escreverem as (Leis e a Justiça), são verdadeiros parasitas e corporativistas, onde cada um é dono de uma ilha e se acham intocáveis aos olhos do homem – mas não aos olhos do CRIADOR -, mas esquecem da Lei da Causa e Efeito, sem dúvida alguma, a mídia também são verdadeiras parasitas e manipuladoras de opinião pública é uma das de maior alcance social, dado a chamada sociedade do ESPETÁCULO OU DO ENTRETENIMENTO a própria essência da chamada “Cidadão Contribuinte” de consumo privado e de consumo público de massa, em que nós os Telespectadores- Cidadão Contribuinte somos os palhaços, sem precisar de pinturas, porque estão estampadas em nossa cara, ou seja, uma verdadeira fábrica de ilusões e fantasias as nossas custas.

A justiça não é apenas uma virtude, mas a soma de todas as virtudes. Aristóteles, em Ética a Nicômaco século IV a. C.

Aquele que conhece o bem faz o bem. Sócrates.

O primeiro passo para o bem é não fazer o mal. Jean Jacques Rousseau. 

Ética, palavra que vem do grego ETHIKÓS é a arte de tornar bom aquilo que é FEITO-(OPERATUM) e quem FAZ-(OPERANTEM), ou seja, viver honestamente, comportando-se na sociedade com lealdade e retidão, não causando danos aos outros e dar a cada um o que é seu.

Não há ética sem cidadania, como não há cidadania sem justiça.

Se a justiça é a expressão social do amor, esta é a expressão afetiva da justiça.

O estado democrático de direito tem que ser respeitado, para não cometer injustiças e crimes contra a ordem política social.

            Desde Platão da República, cujo bem ou a virtude vêm do conhecimento ou da consciência, a justiça é o maior atributo do rei, acima do poder dos exércitos, da riqueza das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e mesmo da sabedoria de filósofos.
            Na mídia, o fenômeno da informação é sempre coletivo, o espetáculo, do Coliseu ao Futebol, está no Show das Arquibancadas. A (JUSTIÇA), como (POLÍTICA CULTURAL), ultrapassa o sistema educacional através da mídia, e acima mesmo da economia, é a “ESSÊNCIA DA CIDADANIA DA CIDADANIA”, do que se poderia chamar de um efetivo Estado Democrático de Direito. Do capítulo primeiro da  C. F (Constituição Federal): Dos direitos e deveres individuais e coletivos.
            O Brasil, enquanto (NAÇÃO INDEPENDENTE), em plena vigência e supremacia da cultura romântica, onde o POSITIVISMO COMTEANO nada mais é do que uma de suas várias expressões político-ideológicas sem ideologia nenhuma. 
            Há quem relate que a supressão do TRÍPTICO ORIGINAL COMTEANO pelo dístico da ORDEM E PROGRESSO teria sido um significado ato falho de nossa miséria cultural com a supremacia da instituição da justiça. Em Comte (1798 - 1857), a ORDEM POR BASE e o PROGRESSO POR FIM não são valores exeqüíveis sem o AMOR POR PRINCÍPIO. 
            Afinal, tratava - se de que razão para se ordenar e perseguir?  Note - se que o ideal clássico de equivalência ética entre o AMOR E A JUSTIÇA (O AMOR EXISTE O AMOR, MAS NA JUSTIÇA NÃO EXISTE AMOR), não é reconhecido em nosso lema e missão históricos. Na própria bandeira enquanto símbolo magno.  
            Trabalhamos com a hipótese de uma REDUÇÃO ROMÂNTICA dos valores clássicos da justiça e do amor ao IMPÉRIO DOS VALORES DO INDIVIDUALISMO E DA LIBERDADE SEM LIMITES.
            Assim temos que 250 ANOS DE ROMANTISMO/SUBJETIVISMO querem condensar se não revogar, os 2.500 ANOS DE CULTURA E TRADIÇÃO CLÁSSICAS nos paradigmas:
Sujeito x Coletivos = História x Crônicas = Fala/Linguagem x Língua ou...
Ciência/Lógica x Filosofia/Retórica = Racionalismo Cartesiano x Idealismo.
Liberdade x Justiça/Amor = Marx (1818 - 1883) x Comte (1798 - 1857).
Quando o limite da liberdade individual é a justiça social, os bem comuns têm que é falsa a antinomia entre Liberdade x Justiça.
Poemas épicos, catedrais góticas, cantatas e oratórios barrocos são criações de autoria coletiva.  

Como um Bach, em 1750, nada mais é do que genérico de família de músicos e às várias vozes solistas do concerto barroco se opõe um único solista virtuoso em duelo dramático contra o coletivo do concerto romântico.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA