A CIDADANIA NA MÍDIA
A (MÍDIA BRASILEIRA), (DIANTE DA JUSTIÇA), das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, podem ser consideradas como (FATORES DECISIVOS DE INCLUSÕES DA TOTALIDADE DE BRASILEIROS NA CULTURA DA CIDADANIA DA CIDADANIA).
A reflexão que temos de fazer é: - quantos de nós somos os homens de bem, no sentido de cidadãos contribuintes decididos a difundir e a responder pela justiça como o maior bem de uma nação?
O projeto “QC” QUESTIONA CIDADÃO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN, se impõe a missão de abrir espaço na mídia brasileira para o incentivo, a prática, a cultura e difusão dos direitos do cidadão contribuinte. Compõe-se de programas de propaganda, materiais impressos, adesivos, panfletos e cartilhas, programas de radiodifusão de sons e imagens, colunas de jornais e merchandising da logomarca para uso do cidadão contribuinte, bem como um Livro Virtual de casos de cidadania da cidadania exemplar com um personagem chamado CID (CIDADÃOS INSTITUCIONAIS DO DIREITO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN) que representa o espírito de cidadania.
Justifico a internet e a radiodifusão de sons e imagens como mídia prioritária, pois devemos estar convencidos que a exemplaridade sempre foi um projeto de cima para baixo, como os exemplos abaixo.
Assim é que, com relação à distribuição de Justiça, somos:
1% = 1,8 milhão dos Atores e Agentes de Grandes Corporações Usuários conscientes dos Direitos e Justiça, Pós - Graduados, de Classes de Alta Renda e Alto Consumo Privado e Consumo Público.
10% = 17 milhões de não Contribuintes – Estornos Funcionários Públicos de Alta Graduação, Membros Atuantes de Associações com ou sem fins Econômicos, Graduados Empresários das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, Consumidores de bens duráveis, casa e automóvel, internet, cartões de crédito e planos de saúde.
20% = 34 milhões da Iniciativa Privada e Pública de bens e não duráveis, Altos Empregados, sobretudo das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres, Atores do Mercado, Classe Média Alta, mas com muito menos Atuação em Associações sem Fins Econômicos.
50% = 85 milhões ou mais de Cidadãos Contribuintes - Excluídos - Moradores e às vezes sem Moradia nenhuma, Sub - Empregados e Autônomos, Consumidores de Cesta Básica, atingidos pela Família e Associações sem fins Econômicos, Escola Fundamental e Média, muitas das vezes sem o Curso Superior, ou seja, Classe C, D e na maioria das vezes E.
20% = 34 milhões ou mais de Cidadãos Contribuintes (Os que quase nada têm e os que não têm nada), também excluídos/excluídas da cidadania da cidadania, Atingidos Exclusivamente Pela Mídia.
Das estimadas 1.000.000 de Associações sem fins Econômicos no Brasil, segundo a última PNAD do IBGE, as de maior ocorrência são as Associações de Moradores e as de menor ocorrência são as relativas aos (Direitos Políticos).
Assim, organizar a cidadania no Brasil é prioritariamente organizar as Associações de Bairros e de Moradores, as Associações Ambientais e de Preservação, as Associações de Amigos da Arte e da Cultura, as Associações Recreativas e de Lazer e as Associações de Portadores de Deficiências e de Vítimas de Acidentes, como plenas titulares dos chamados direitos civis coletivos.
Todavia, e já em muito menor número, mas de importância estratégica, temos de organizar as Assembléias Livres e Gerais Comunitárias Espontâneas Autônomas para a Garantia Constitucional e em Defesa dos Cidadãos Vitimados - Lei 1207 de 25 de outubro de 1950 e as Associações de Defesa dos Consumidores e de Usuários de Serviços das Concessões e Permissões Públicas, legítimas titulares dos direitos econômicos. Por fim temos de incentivar a organização das Associações de Eleitores e de Contribuintes como as legítimas titulares e avalistas dos direitos políticos.
Fora as citadas do PNAD do IBGE, o “QC” QUESTIONA CIDADÃO/AUTOR GILBERTO CRISTENSEN pretende semear esta logomarca e conteúdo de comunicação para quaisquer outras Associações, desde que sem fins econômicos, não governamentais, não sindicais, não partidárias, não religiosas, e que lutem por seus direitos civis coletivos, seus direitos políticos sociais e difusos para:
A cidadania na mídia e os benefícios para as comunidades.
Assunção coletiva dos problemas a serem ultrapassados no dia a dia.
Construção de melhor ambiente social nas relações de vizinhança e de trabalho.
Humanização e familiarização das relações comunitárias e profissionais.
Maior eficácia do sistema de segurança pelo coletivo.
Menor tentação do delito pelo maior risco de constrangimento social.
Maior adesão aos compromissos de ética, responsabilidade social e boa conduta das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres.
Maior engajamento nos momentos de dificuldades econômicas e financeiras.
Menor desperdício de recursos e economia e custeio geral das operações.
Maior espírito de equipe pela satisfação de fazer parte e participar.
Transmissão de maior seriedade e credibilidade para demais comunidades.
Minimização de custos com excesso de auditorias e controladorias.
Melhor ferramenta de branding e valorização de marcas pelo orgulho da solidariedade.
Utilizar a radiodifusão de sons e imagens para interagir entre ouvintes e telespectadores e os participantes CID - Cidadãos Institucionais do Direito em programas em rede nacional do QC - Questiona Cidadão.
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