FATOS E ARGUMENTOS QUE DEPÕE CONTRA A DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ
Veja o exemplo abaixo o que pode ocorrer em um Plebiscito Popular na pretensão da divisão de mais um Estado da Federação, ou seja, o Estado do Pará. E como o povo deve reagir a esta arbitrariedade política dos Currais Eleitorais (Políticos de Plantão), Megaempresários, Latifundiários, etc. do cone Sudeste/Sul do país.
Os maiores interessados pela divisão do Estado do Pará na maior parte são latifundiários, empresários e políticos de plantão que não nasceram no Estado, isto é, são pessoas do cone Sudeste/Sul do país e alguns traidores do Pará (Latifundiários, Empresários e Políticos de Plantão) com interesses individuais egoístas familiares nepotistas e corporativistas que aparecem somente em anos de Eleição pousando como HARPIAS e PARASITAS da População Carente.
Somente agora esses latifundiários, empresários e políticos de plantão dizem querer melhorar a vida dos paraenses e mesmo assim, continuam discriminando os Nortistas e Nordestinos.
Estes latifundiários, empresários e políticos de plantão estão prometendo coisas fabulosas e mirabolantes a todos os paraenses que votarem a favor da divisão do Pará. Por que não fizeram antes?
Todos os projetos financiados pela SUDAM sempre ficaram nos escritórios instalados no Sudeste/Sul do país, prejudicando o Pará e todos os outros Estados da Região Amazônica, levando todos os recursos dos financiamentos locais na ordem de 40% que na maioria das vezes são para abrir grandes empresas no Sudeste/Sul e isto sem contar que as maiorias dos projetos ficavam/eram somente no papel.
As grandes áreas de desmatamentos/devastações situam-se no Sul/Sudeste do Pará, ocupadas por latifundiários, empresários e políticos de plantão de origem Sudeste/Sul do país, sendo que, em um futuro a médio e em longo prazo serão cortadas por estradas vicinais e os valores (Erário Público) em que o Estado serão superfaturados, beneficiando as HARPIAS e os PARASITAS, onde o Cidadão Contribuinte terão de pagar pelos Atos Irresponsáveis da Corrupção.
Quando grandes interesses individuais e egoístas, sejam eles, latifundiários, empresários e políticos de plantão que contribuem para os desmatamentos/devastações na Região Amazônica ou em qualquer parte do país, pois os mesmos desconhecem ou não sabem ou se conhece e sabem e fingem que não sabem, que uma árvore para se tornar adulta demora quase 40 anos e esta árvore quando derrubada deixa de absorver 180 quilos de gás carbônico jogados na atmosfera contribuindo no aumento do efeito estufa e isto sem falar nos aumentos constantes das pastagens, fezes dos gados e churrascos nos finais de semana, também contribuindo com o gás metano.
Porque os latifundiários, empresários e políticos de plantão nunca questionaram o desinteresse do Governo Federal em relação ao desenvolvimento de toda a Amazônia, sempre abrindo as portas para a Biopirataria nacional e internacional e a possível, senão absurda internacionalização da Amazônia.
Porque os latifundiários, empresários e políticos de plantão não se interessam pelo desenvolvimento Social e Humano das Regiões Sudeste/Sul, que são as mais violentas e em decorrência disso, grilam a maior parte de terras do Sul e Sudeste do Pará e as colonizam com pessoas originárias das Regiões Sudeste/Sul incentivando a violência e o coronelismo no Pará e em outros Estados da Amazônia.
O que sobrará, se houver a divisão, ficaremos com uma das áreas mais pobres e abandonadas do Pará, incluindo a Ilha de Marajó e as verbas que são destinadas no processo de desenvolvimento do Pará, somam quase e Bilhões de Dólares anuais, serão desviados para a criação dos novos Estados na fase inicial e isto sem falar nos custos finais que nós Cidadãos Contribuintes teremos que arcar nos longos 20 anos ou mais quem sabe, porque os latifundiários, empresários e políticos de plantão em hipótese alguma pagarão esta conta e sim tirarão proveito desta situação, que nós mesmos poderemos criar ou evitar que aconteça.
O povo paraense formado a duras penas com muito suor e lágrimas, perderá a Hidrelétrica de Tucurui e a de Belo Monte cujos estudos estão bem adiantados no Tapajós, a Serra dos Carajás, a Fábrica de Cimento em Itaituba, a Pará Pigmentos, a área do Tapajós que é considerada uma das regiões mais ricas do mundo, superando Carajás como a maior reserva de Bauxita totalizando aproximadamente 400 bilhões de toneladas e sem contabilizar a maior reserva de água doce, uma das maiores do planeta.
Os maiores interessados (latifundiários, empresários e politicos de plantão) que tem interesses individuais e egoístas na divisão do Estado do Pará são Centro/Sudeste/Sul e também uma parte minoritária paraense que também são latifundiários, empresários e políticos de plantão, para criarem cargos de destaque nos novos Estados, tais como (Cabides de Emprego): 1. Executivo (Governadores e Prefeitos); 2. Legislativo: (Senadores, Deputados Federais e Estaduais e Vereadores); 3. Judiciário (Tribunais Federais, Tribunais de Justiça do Estado, Tribunais Trabalhistas, Tribunais Eleitorais, Tribunais Militares, Tribunais de Contas da União, Estados e Municípios e Ministérios Públicos Federais e Estaduais) e isto sem contar as Secretarias, Autarquias, Procuradorias, etc., para eles, filhos e netos perpetuarem para sempre no poder, sem o mínimo de interesse para o Povo Paraense, ou seja, o povo que... sem mais delongas.
Os outros Estados que foram criados a partir de Territórios e Divisões de Estados se encontram em precárias situações, quase todos com ocupações Centro/Sudeste/Sulistas de interesses individuais e egoístas, que possuem um único objetivo de desviarem verbas para Projetos Desonestos e Fantasmas, ou seja, só o que está no Papel, por que o resto não existe e nunca existirá na pratica.
Por exemplo, o Manganês do Amapá foi explorado durante 50 anos por empresas inescrupulosas nacionais e internacionais deixando os buracos para o povo Amapaense sobreviver e isto sem contar que a maioria dos que se elegem e reelegem no Estado do Amapá, não nasceram no Estado e é esta a situação do Povo Amapaense.
Qual o benefício que deverá trazer na divisão do Estado do Pará, porque os Senadores, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores e em conjunto ao Governo do Estado que se elegeram/reelegeram com uma campanha extremamente prejudicial a todos os paraenses eleitores/contribuintes natos e inclusive renegando-os como se o voto desses paraenses eleitores/contribuintes natos fosse... sem mais delongas, os excrementos dos eleitos/reeleitos.
As disparidades de crescimento no Pará colocarão em causa a Unidade Nacional por que:
Não nos esquecemos de que os problemas do subdesenvolvimento é questão de região.
As trocas, pelo mecanismo de mercado, favorecem as regiões mais desenvolvidas Centro/Sudeste/Sul.
À medida que a região se torna mais pobre, o Governo Federal, Estadual e Municipal aumenta a despesa (Impostos) para fazer face ao desequilíbrio regional (Degradação Humana), que os eleitos causaram por causa das nossas Más/Péssimas escolhas excrementais/eleitorais e mesmo através de um Plebiscito como é o caso da Divisão do Estado do Pará, porque não devemos pensar no nosso individualismo e sim em toda a coletividade e também nas nossas gerações futuras.
O planejamento até o presente momento não pode ser outra coisa senão a coordenação dos diferentes recursos públicos federais, estaduais e municipais a favor do POVO PARAENSE e não a favor dos latifundiários, empresários e políticos de plantão que tem se enriquecido ilicitamente durante décadas à custa do povo e o mais incrível, vivem até os dias de hoje sobre os MANTOS DA IMPUNIDADE, porque em alguns cargos do nosso Judiciário tem os tentáculos dos Poderes Executivos e Legislativos nas indicações.
A política econômica se esforça a favor deles (latifundiários, empresários e políticos de plantão) em dar mais produtividade aos investimentos oligárquicos e monopolizadores de interesses individuais/egoístas nepotistas e corporativistas e não a favor do POVO PARAENSE.
Os encargos do Governo do Estado do Pará contra a população são demasiadamente grandes em face da problemática nepotista e corporativistas vitalícias constituídas no Governo do Estado, Municípios e União, desde a era de Getulio Vargas.
Em vez de construir as infra - estruturas e realizarem pesquisas (o Governo do Estado, Municípios e União) encorajam as iniciativas privadas oligárquicas e monopolizadoras com o (Erário Público) para atraírem suas poupanças somente em investimentos locais (Capitais e Grandes Cidades).
As industrializações recentes oferecem pouco emprego, é preciso com urgência analisa e pesquisar quais são os tipos de indústrias adaptadas as necessidades de cada região sem degradar o meio ambiente, tendo-se em conta as estruturas das economias locais ou regionais, porque na maioria dos municípios brasileiros muitos sobrevivem da Economia Solidária.
O povo deve usar o Slogam: REAGE PARÁ – DIGA NÃO A DIVISÃO.
Nenhum comentário:
Postar um comentário