DÉCIMA TERCEIRA PERGUNTA - QUAL A ESFERA DOS GOVERNOS FEDERAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS DOS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO QUE SÃO 100% COMPETENTES E EFICIENTES COM ÉTICA COMO DETERMINA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL. RESPONDA E CITE COM HONESTIDADE E SINCERIDADE COM RESPEITO AOS CIDADÃOS CONTRIBUINTES?
Será que você cidadão contribuinte, conseguirá citar. Os principais atributos de um bom GOVERNANTE ELEITO são a confiabilidade e o zelo pelas “COISAS PÚBLICAS”, evidenciando as práticas de gestão, estratégias metodologias, para que os eleitores recebam este “FEEDBACK”, porque “UM BOM GOVERNO NÃO É FEITO DE BOAS INTENÇÕES E SIM DE BOAS DECISÕES”.
A excelência no atendimento e conhecimento dos efeitos potenciais dos “SERVIDORES PÚBLICOS” ofertados através dos impostos e taxas pagas pelos cidadãos contribuintes, através de comunicações adequadas e eficazes, são pontos de reflexão e extremo respeito, pela relevância dimensional e organizacional tributária do nosso país que é alta demais.
Os tempos modernos exigem a necessidade de “ÉTICA” no “ERÁRIO PÚBLICO”, demandando uma “POLÍTICA SÉRIA”, quanto ao tratamento que deve ser dado aos Cidadãos Contribuintes.
As organizações governamentais sejam elas do Executivo, Legislativo e Judiciário tem o dever e a obrigação de basear-se nos “PRECEITOS ÉTICOS”, a “BOA CONDUTA” e o “APERFEIÇOAMENTO CONTINUO DE SERVIÇOS DE QUALIDADE”, buscando a “TECNOLOGIA AVANÇADA” estabelecendo procedimentos que venham a minimizar em tempo hábil os anseios da população com atuação pro ativa de canais de comunicação, incorporando as manifestações populares para o melhor desenvolvimento dos serviços públicos que devem ocorrer sistematicamente.
Pois no cenário mercadológico, encontra-se no Capítulo II da política nacional de relações de consumo no artigo 4º do Código de Defesa do Consumidor que relata o seguinte: “A política nacional de relações de consumo, sejam públicos ou privados, tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito a sua dignidade, saúde, segurança, a proteção de seus interesses econômicos, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, sejam eles de bens ou serviços em tempo hábil”.
Este é o respeito vital para a sobrevivência e da dignidade humana e suas relações essenciais, que devem ser profundas e estar enraizado na mentalidade de todos os que pretendem permanecer com “Responsabilidade Social, Ética e Eficiência”, sejam eles dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sempre procurando deixar de vez o “CIRCULO VICIOSO DO CORPORATIVISMO, NEPOTISMO E A VITALICIEDADE”.
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