O JUDICIÁRIO E A ECONOMIA NÃO SE ENTENDEM
A economia e o direito são disciplinas, que tem sido cada vez mai intenso ao ordenamento jurídico. Magistrados (as) não versados em complexidades econômicas (Plano Cruzado, Plano Verão, Bresser, Collor, URV, Real, etc.) tiveram de decidir questões difíceis, produzindo cotas de erros e exageros. Quando o judiciário ignora as leis econômicas, podem causar um grande estrago no país. As políticas econômicas, não é exercício no vácuo, mas dentro dos marcos institucionais e jurídicos de um estado de direito.
Todos os estudantes de direito devem aprender pelo menos o básico em economia, porque isto os fará melhores advogados (as), pois o direito não é um universo imune ao que passa no mundo pratico da economia. É lógico que existem sinais de convergência entre economistas e advogados (as) nas questões de “Contribuições dos Inativos”, ou seja, não podem ser descontados, pois são “Direitos Adquiridos” e os custos não podem ser repartidos pelo conjunto dos Cidadãos Contribuintes. O isolamento entre as profissões são contaminados por conteúdos ideológicos e nos debates econômicos são travados entre economistas e advogados (as) nas demandas judiciais distorcidas.
Nas questões econômicas os maiores responsáveis somos nós “CIDADÃOS ELEITORES” que escolhemos através dos candidatos, a privatização, a estabilidade econômica, a liberdade cambial, ou o contrario disso tudo.
Levar as políticas públicas para o judiciário é questionar a escolha do eleitor, criando insegurança jurídica e adversários políticos, ou seja, servir-se do judiciário para criar embaraços às políticas partidárias constrangendo, denegrindo e procrastinando a vontade do eleitor, pois estes são os responsáveis e não judiciário e os candidatos, porque quem escolhe os candidatos são os eleitores e se os mesmos agem de má fé, estes eleitores têm de agüentar as conseqüências, pois no (Plano de idéias é normal em qualquer democracia no Brasil) e não nos tribunais de justiça.
A justiça injustiçada no Brasil é igual a um pavio de vela, apresenta-se como uma luz no inicio e o resto é a parafina que somos todos nós Cidadãos Contribuintes que acabamos derretendo-se como se fosse-mos uma massa, às vezes até morrendo antes de terminar o processo e não aproveitando esta luz que “DEUS” nos deu, e os que se acham “DOUTORES DAS LEIS” acima das “LEIS DIVINAS”, estão a margem da “DESILUSÃO JURÍDICA” e não percebem que estão apagando o pavio antes de nos acender-mos a nossa esperança, esse é o nosso “BRASIL ANTI-PATRIOTA/DEMOCRÁTICO”.
Porque se houvesse patriotismo de verdade a minoria estaria como uma parafina parasita abaixo do pavio e os Cidadãos Contribuintes que os mantém, estaríamos pelo menos nos sentindo como Brasileiros.
Exemplos de Decisões Judiciais contra os Cidadãos Contribuintes Honestos:
No dia 10/06/2008 o “SUPREMO TRIBUNAL ELEITORAL” manteve por votação de 4 a 3 favoráveis a “CANDIDATURA DE POLÍTICOS ILUSTRES OU DETIDOS ILUSTRES PRIVILEGIADOS CONDENADOS” em 1ª E 2ª INSTÂNCIA, mesmo com “FATOS E DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS”, porque infelizmente o nosso Brasil esta envenenado pela intolerância P – O – L – Í – T – I – C – A – P – A – R – T – I – D – Á – R – I – A e pela moral da incongruência.
As sanções são muito importantes para gerarem desinteresses. Se não existem sanções para os que não querem cumprir as regras, não existem muitos incentivos que se cumpram regras, são a interrupção de contratos e a inclusão de agentes (MAUS ADMINISTRADORES PÚBLICOS ELEITOS E OS LEGISLADORES DE PLANTÃO) que estão nas “LISTAS NEGRAS” em continuam em cargos públicos, este é o “BRASIL DA IMPUNIDADE”.
PARA TODOS OS (AS) MAGISTRADOS (AS) DE O JUDICIÁRIO JULGAR COM A MÁXIMA JUSTIÇA, SEM ERROS E EXAGEROS, A PRIMEIRA QUESTÃO É PENSAREM NO CRIADOR (DEUS) E SEGUIR OS MANDAMENTOS “DIVINOS” QUE SÃO:
JUSTIÇA LOCAL – Deuteronômio – Capítulo 16 – Versículos 18 e 19;
OS JULGAMENTOS – Deuteronômio – Capítulo 17 – Versículos 8 a 13;
AS PROVAS TESTEMUNHAIS – Deuteronômio – Capítulo 19 – Versículos 15 a 21;
LEIS PENAIS – Deuteronômio – Capítulo 20 – Versículos 1 a 21; LEIS MORAIS – Deuteronômio – Capítulo 22 – Versículos 16 a 31 e Capítulo 23 – Versículos 1 a 13;
DECISÕES JUDICIAIS – Livro de Juízes.
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