segunda-feira, 1 de julho de 2013

CONSUMO ÉTICO COLOCA EM CRISE O MODELO DE VIDA E DE PRODUÇÃO CAPITALISTA

CONSUMO ÉTICO COLOCA EM CRISE O MODELO DE VIDA E DE PRODUÇÃO CAPITALISTA

            Os Consumidores começam a descobrir o seu poder. Cada dia é mais os que apostam ativamente por um estilo de vida ecologicamente prudente e sociavelmente justo, e dessa forma denunciam um modelo, cuja economia está centrada na acumulação, no consumo ilimitado e num mercado livre de toda regulamentação.  
            Promover a exploração infantil, explorar a madeira do Amazonas sem um reflorestamento posterior, lucrar-se a partir de salários mínimos (MISÉRIA DOS MISERÁVEIS), não responsabilizar-se pelos processos produtivos contaminantes ou investir em indústrias de armamentos, já não são garantias de negócios. 
            Desde que os consumidores ampliam sobre as origens e os processos dos produtos e das (dos) Concessionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; começaram a crescer os boicotes às Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; que não garantam condições dignas aos cidadãos contribuintes, uma produção que respeite o meio ambiente e que não atuem com responsabilidade nos seus investimentos.  
            Dessa maneira, apelando à ética das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres e apoiando as atitudes que demonstrem responsabilidades social e ambiental, os cidadãos contribuintes (ATRAVÉS DE REDES LOCAIS E INTERNACIONAIS DE CONSUMIDORES, PRODUTORES E COLABORADORES) estão transformando o sistema de produção e em conseqüência um modelo de vida, impulsando a economia das pessoas e da solidariedade social. 
            Mas não só os cidadãos contribuintes são protagonistas desta mudança. Um novo modelo sustentável de consumo privado e consumo público, também está sendo construído ou pelo menos tentando através dos Governos Municipais, Estaduais e Federais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres.  

            Para fazer frente à falta de regulamentação que emana das instituições internacionais como a OMC (Organização Mundial do Comércio), mais de 30 países estão colocados em prática as Diretrizes para a Proteção do Consumidor, aprovadas há oito atrás pelas Nações Unidas. Além disso, países como o Brasil, Senegal, Suíça e França já aplicaram critérios sociais e ambientais aos produtos e serviços importados para o mercado nacional, incentivando através de políticas públicas, as redes e iniciativas socialmente e ecologicamente sustentáveis.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA

Nenhum comentário: