FALTA CRÔNICA DE VERBAS PARA OS SERVIÇOS BÁSICOS
A negligência em relação a esses serviços básicos, pelo aspecto de abandono, pode ser um indicio de incompetência administrativa ou de maus administradores públicos corruptos, como desvios de recursos públicos.
Esses sinais ficam mais claros quando se constata que as administrações públicas mantêm um quadro de funcionários em número maior do que o necessário para a realização dos serviços.
CORRELIGIONÁRIOS, PARENTES, AMIGOS, ETC. APROVADOS EM CONCURSOS
Os concursos públicos podem ser abertos pelos governantes municipais, estaduais ou da união do poder executivo, legislativo e judiciário recém – empossados para pagarem suas promessas de campanhas e darem empregos para correligionários, parentes, amigos, etc., quando a administração publica encontra-se em situação de déficit orçamentário (ROMBOS ANTES E PÓS ELEIÇÃO, DERRAME DO ERÁRIO PÚBLICO) e impedida de contratar funcionários por força da Lei de Responsabilidade Fiscal, impedem as administrações públicas de gastarem mais do que arrecada e impõe à folha salarial um limite total de 60% dos gastos totais, que deveriam ao contrário 60% para os gastos públicos em geral e 40% para as folhas salariais.
Os concursos públicos arranjados incluem provas com avaliações subjetivas, que permitem à banca examinadora habilitar os candidatos segundo os interesses dos maus administradores públicos corruptos.
As artimanhas é incluir uma “ENTREVISTA” classificatória, realizada com critérios que retirem a objetividade da escolha e o dinheiro daqueles que pagaram e na maioria das vezes passaram nos concursos, não tem o seu dinheiro devolvido.
FALTA DE PUBLICIDADE DOS PAGAMENTOS EFETUADOS
As leis federais, estaduais e municipais obrigam os administradores públicos afixarem o movimento do caixa (O CHAMADO BOLETIM DE CAIXA “ON LINE”), no qual devem estar discriminados todos os pagamentos efetuados, pois estas leis exigem que, mensalmente, seja tornado publico o balancete resumido com as receitas e despesas.
A ausência desses procedimentos faz com que todos os Cidadãos Contribuintes fiquem impedidos de acompanhar e verificar a movimentação financeira de todas as administrações públicas e assim pode ser indicação de acobertamento de “Fatos Ilícitos”.
LIVRO VIRTUAL: CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA
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