segunda-feira, 24 de junho de 2013

ATOS DA VIOLÊNCIA DE CIMA PARA BAIXO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO) E NÃO DE BAIXO PARA CIMA (CIDADÃOS CONTRIBUINTES HONESTOS)

ATOS DA VIOLÊNCIA DE CIMA PARA BAIXO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO) E NÃO DE BAIXO PARA CIMA (CIDADÃOS CONTRIBUINTES HONESTOS)

            Hoje em dia conhecemos muito, mas pensamos pouco o que conhecemos.
            Aprender a pensar é decisivo para nos situar autonomamente no interior da sociedade do conhecimento e da informação. 
            Caso contrário será simples caudálatarios dela, condenados a repetir modelos e fórmulas já ultrapassadas como as ditaduras dos tempos que vem e vaem e com retrocessos incuráveis para toda a sociedade superando-se rapidamente como se fossem um “ROLO COMPRESSOR” que oprimem e degradam os mais fracos com os tais “ABUSOS DE PODERES”, por que se intitulam com arrogância, ou seja, dizendo-se “Eu sou universitário formado, eu fiz o doutorado, eu fiz o mestrado, eu estou no cargo público há muitos anos, eu sou uma autoridade, etc.”, achando que qualquer cidadão é desinformado, porque não sabem ser humildes quando é necessário, pois para pensar – mos antes de qualquer ação ou decisão de verdade, precisamos ser “CRÍTICOS, CRIATIVOS E CUIDANTES”.

CRÍTICOS: Devemos ser críticos no contexto biográfico social e histórico que são formas de justificações para tirar a mascara dos interesses escusos e trazer à tona as conexões ocultas correspondente ao real sempre cambiante, para dar-mos o grande passo as boas razões para aquilo que queremos implicando-se em situar-mos a nós seres humanos e o mundo geral das coisas e do universo em evolução e não em retração.

CRIATIVOS: Devemos ser criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos as diversas maneiras de expressar-mos a nós mesmos e não ao mundo com conexões novas e com diferenciais sutis e potencialidades da realidade, que nos cercam, propondo todas as inovações e as alternativas consistentes dando asas a imaginação, sem ensaios mirabolantes, mas sem esquecermos as nossas razões, mantendo-nos seguros no chão garantindo todos os nossos sentidos nas mediações.

CUIDANTES: Devemos ser cuidantes quando prestamos atenção aos valores éticos e institucionais que estão em jogo, atentos aos que realmente nos interessa e preocupados com os impactos que nossas idéias e ações errantes podem causar aos outros, principalmente quando nós julgamos o ser da “ARROGÂNCIA  INTELECTUAL” e não contentamos em classificar-mos e analisar-mos dados, pessoas, destinos e valores éticos e institucionais sem distinguir-mos o que é urgente e não estabelecemos prioridades e aceitamos passivamente tudo o que nos cercam, sem ética e colocamos os nossos bens particulares acima dos coletivos, nós somos responsáveis pela qualidade de vida intelectual, social, mental e ecologicamente correta, dando valores às dimensões espirituais de cada um de nós para dar-mos sentido a “VIDA E A MORTE”.

LIVRO VIRTUAL: CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN -                  2º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA PARTICIPAÇÃO ÉTICA 

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