AS MELHORES CONDIÇÕES PARA UMA CIDADANIA PLENA, JUSTA E FRATERNA E UMA SOCIEDADE QUE ESTA SEMPRE SE RENOVANDO, É QUANDO TODOS OS “TRÊS PODERES” DA NOSSA NAÇÃO SER ÉTICOS E QUANDO DEIXAREM DE:
Manter o voto obrigatório.
Jurarem perante a Constituição Federal e não cumprirem.
Aumentarem os salários a seus “Béus Prazeres”.
Nas suas emendas parlamentares, usarem o “Erário Público” para seus enriquecimentos ilícitos e ajudar os seus parentes, amigos, etc.
Surrupiarem o “Erário Público”.
Manterem soltos os “Ricos Bandidos e Detidos Ilustres” quando os documentos comprovam as suas devidas culpas pela falta de políticas públicas.
Infelizmente nos dias atuais por falta de políticas públicas, os nossos Governantes preferem uma “SOCIEDADE IMOBILIZADA” ferindo os nossos direitos da cidadania a milhões de excluídos e excluídas. É quando as políticas públicas não expressam as decisões dos nossos Governantes em “PROL DOS EXCLUÍDOS”, acabando por enquadrar o principal problema que é a “CONSEQÜÊNCIA DA VIOLÊNCIA”, ou seja, a desigualdade social e o desemprego, porque os “ATOS DA VIOLÊNCIA” iniciam – se de “CIMA PARA BAIXO”.
Em nosso país, quando um “RICO BANDIDO OU DETIDO ILUSTRE” são soltos é porque o “CRIME ORGANIZADO” é lucrativo. É tão lucrativo que estão infiltrados nos Três Poderes e graças à corrupção desenfreada do toma lá da cá e a certeza de impunidade, os nossos Governantes se tornam reféns, pois, antigamente estes bandidos tinham medo da policia e hoje em dia nem tomam conhecimento da policia.
Pois um verdadeiro Governante que se preze deve ser ético e honesto em servir mais que os seus cidadãos contribuintes, estabelecendo um papel político social e doutrinário ao lado de todos os cidadãos que os mantêm com o duro suor de um trabalho honesto e digno.
Quando os Três Poderes estão em desarmonia, o país mergulha na decadência moral e quando qualquer um destes poderes, participam de Eventos de Congratulações ao Mérito à políticos ou empresários envolvidos em escândalos locais ou nacionais, passamos a nutrir em nosso âmago que o nosso país continua e continuará sendo o “PAÍS DA IMPUNIDADE”, onde os que são punidos na realidade são os que não possuem nada, ou seja, o (PODER DO DINHEIRO).
Todas as ações de políticas públicas em prol dos excluídos dos nossos Governantes não devem e não podem ser “Assistencialistas e Paternalistas”, devem ser objetivos e claros na inclusão social através da “UNIVERSALIZAÇÃO DE RESPEITO AOS DIREITOS DA NOSSA CIDADANIA”, começando pelos direitos sociais básicos como do acesso a alimentação, saúde, previdência e a proteção da renda e do emprego, visando o “DÉFICIT SOCIAL”, que assola o nosso país durante séculos e por assim dizer décadas.
O objetivo principal destas políticas públicas é de romper de uma vez por todas este “CIRCULO DE PERPETUAÇÃO” em tempo hábil emancipar social e economicamente os 85 milhões de excluídos em situação risco e miséria.
Porque os sentimentos de repulsa destes 85 milhões de excluídos, considera-se inadequada pelos nossos Governantes que ao longo da história só enxergam e agem pelas costas do povo com práticas bizarras de democracia, empurrando dados, idéias e conclusões que só ficam no papel e a cada dia que passa estes 85 milhões de excluídos fica longe da realidade, onde poucos decidem (Porque um bom Governo não é feito de boas intenções e sim de boas decisões) e poucos ficam cada vez mais ricos nas duras jornadas de trabalho de muitos, é quando os sonhos destes muitos se tornam um pesadelo.
Todos os “SINAIS DE INIQUIDADE E IMPUNIDADE” que os nossos Governantes Eleitos nos passam é a própria criação e a destruição das nossas condições de vida, de convivência, de cooperação, de opressão e por fim a morte, com muita exatidão.
Se todos aqueles dos Poderes Executivos, Legislativos e Judiciários que cometem atos de irregularidades ou desvios de conduta fossem realmente punidos e banidos do serviço público e fosse preso como determina a Constituição Federal, todos os cidadãos contribuintes ganhariam as nossas qualidades essenciais que são a nossa liberdade da corrupção.
O dia em que surgir um (GOVERNANTE HONESTO) criando condições para que todos os Cidadãos Contribuintes participem de todas as decisões que dizem respeito à nossa (EXISTÊNCIA) em todos os campos da vida com retomada critica das (LEGISLAÇÕES BRASILEIRAS FALHAS) que só beneficiam a quem tem o poder do dinheiro que põe em risco a democracia, o nosso país deixarão de ser dependente do “CRIME ORGANIZADO” e assim passaremos a ter a liberdade que merecemos.
Porque toda a maioria, ou seja, os 85 milhões de excluídos e excluídas se submetem as “Leis Brasileiras Falha para Ricos Bandidos e Detidos Ilustres” com obediência, mas os conservadores (ricos), não foram sempre assim, ou seja, jogam seus “FRACASSOS PESSOAIS GOVERNANTES SEM PROGRAMA E PROJETOS SOCIAIS” nos seus antecessores ou em problemas econômicos, que os mesmos causaram (AS FALÊNCIAS DOS BANCOS), e o pior de tudo isto não demonstram nenhuma obediência a nossa Constituição Federal, são os primeiros a descumprir com os viciados “JURAMENTOS FALSOS” em quaisquer dos Poderes.
Todos os nossos Governantes Eleitos durante décadas não obedecem aos direitos básicos da nossa Constituição Federal e a cada dia que passa ela esta sendo “RASGADA” pela ineficiência e incompetência de gerir o que todos os Cidadãos Contribuintes chamam que é a “LIBERDADE E DEMOCRACIA JURÍDICA PLENA”.
Durante todo este tempo vem gerando estes “ATOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL” com opressões e dominações, colocando todos os limites à liberdade sem convivência social as Elites Oligárquicas Monopolizadoras com imposições combinados com os Poderes Públicos e esta força de poucos as Elites Oligárquicas Monopolizadoras sobre a maioria de 85 milhões de excluídos.
Este paradigma da modernidade que matem até os dias de hoje, são de relações ao senhorio e às monarquias medievais, instrumentalizada pela burguesia ou elites oligárquicas monopolizadoras como ferramentas de defesa e promoção de seus interesses de classe, como submissão de todo os 85 milhões de excluídos ou mais controlados pelo capital selvagem detendo até o trabalho escravo julgando-se portadores de “SANGUE AZUL”, mantendo a desigualdade econômica, social e o desemprego.
As promessas ilusórias dos eleitos como modelo de sucesso não traz nenhuma condição de igualdade e oportunidades por causas dos “DETENTORES DO CAPITAL” e o resultado deste sistema fracassado é o que já conhecemos que são os P – a – r – t – i – d – o – s sem I – d – e – o – l – o – g – i – a – s nas F – o – r – m – a – s de G – o – v – e – r – n – o, utilizados pragmaticamente como instrumentos de dominação, mais ou menos direta, mais ou menos violenta, controlando o direito absoluto “CONSTITUIÇÃO FEDERAL” da liberdade com os “ATOS DA VIOLÊNCIA” que são o “JURO PERANTE A CONSTITUIÇÃO QUE VOU CUMPRI R, MAS...”.
Os 85 milhões de excluídos ou mais não suportam estes limites imposto, mesmo quando expressos na forma da “LEI BRASILEIRA FRACA”, que só atendem aos que possuem “DINHEIRO”, elaborado por “LEGISLADORES DE PLANTÃO”, eleitos que defendem o ponto de vista e os interesses pessoais de grandes “GRUPOS ECONÔMICOS” que representam as suas relações de classe pessoais e individuais em Confederações, Federações, Sindicatos, Associações, Clubes, etc.
O uso pessoal destes “LEGISLADORES DE PLANTÃO” que assolam o nosso país com um escândalo após outro com as falsas promessas, dos rituais viciados e das Instituições Governamentais com indicações Políticas Partidárias com controle total sobre os 85 milhões de excluídos ou mais em favor de seus privilégios pessoais e das elites oligárquicas monopolizadoras que os representam, dando origem a convulsão social da “ORDEM DA DESORDEM”, tido como longa e violenta que vem se mantendo durantes décadas, controlando a vontade de “LIBERDADE CONSTITUCIONAL DEMOCRÁTICA”, cortando todos os direitos significativos dos “Frutos do Trabalho Coletivo”.
Quando existir realmente em nosso país um “ESTADO DEMOCRÁTICO” e não um “ESTADO AUTOCRÁTICO” com o conjunto de transformações radicais institucionais que possibilitem que os 85 milhões de excluídos ou mais controlem de forma direta o seu funcionamento através de “PLEBISCITOS OU REFERENDOS”, sejam eles, Municipais, Estaduais ou da União, quando convocada ou provocada para decidir os caminhos que preferimos seguir a nossa “Soberania” será respeitada, ou seja, decidir como todas as Instituições Governamentais/Executivos/Legislativos/Judiciários devem fazer e seguir os “INTERESSES COLETIVOS” nós poderemos no transformar em uma grande nação.
Quando por infelicidade de poucos e muitos do nosso país sofrido elegemos os nossos “GOVERNANTES E LEGISLADORES DE PLANTÃO”, por confiar-mos neles e não contribuírem com o foi prometido em suas CAMPANHAS DOS 171 e juraram perante a Constituição Federal, nos sentimos abandonados em nossas expectativas pelas contradições das “FALSAS PROMESSAS” que nunca irão acontecer e acabamos frustrados, porque mais uma vez eles tomaram proveito da situação e nós continuamos vivendo nas mesmas “CALAMIDADES CORRUPTIVAS IMPUNITIVAS” de sempre.
Mais uma vez fomos derrotados pelos “MEMBROS ELEITOS” das classes tradicionalmente dominantes dos Grandes Latifúndios, Grandes Grupos Industriais, Grandes Grupos Comerciais, Grandes Grupos de Banqueiros inclusive do Bicho, Grandes Grupos de Bingos, Grandes Administradores de Cartões de Crédito, etc. que controlam o “ESTADO BRASILEIRO”, utilizando-se pragmaticamente das mediações muitas das vezes infiltrando-se e oferecendo “GRANDES PRESENTES” ou “CONDECORAÇÕES INDECOROSAS”, nos Poderes Executivos, Legislativos e Judiciários com pessoas influentes marcado pela defesa incondicional e absoluta dos interesses e privilégios destes grupos que detém o “PODER DO DINHEIRO”, ou grande exemplo é o tal de “SALVAMENTO DOS BANCOS” por meio do PROER, ou seja, o que foi pessimamente administrado pelos seus donos, os 85 milhões de excluídos ou mais que tem de pagar a divida e será que os seus “BENS IMÓVEIS/MÓVEIS/TÍTULOS/VALORES” serão bloqueados e os seus donos irão para a “CADEIA” e ficarão no “ZERO”, bom isto em nosso país termina em “PIZZA”.
As práticas abusivas do entre Governo e sai Governo nas tentativas frustradas das reorganizações das macroeconomias nas linhas tradicionais de continuidades com as claras especulações financeiras viciadas com altos pontos econômicos e consistentes que só ajudam aos “GRANDES MEGAEMPRESÁRIOS”, ou seja, sempre os grandes especuladores de vultosos capitais que atendem seus interesses maiores que é a continuidade do “ARROCHO FISCAL E SALARIAIS” dos 85 milhões de excluídos ou mais com a política ortodoxa e conservadora.
As tendências ortodoxas e conservadoras de todos os Governantes Eleitos será sempre a “MANUTENÇÃO DAS DIVIDAS INTERNAS E EXTERNAS”, a promoção de obras faraônicas com os escassos recursos privilegiando com essa insuficiência de recursos as megaempresas na iniciativa privada com acordos fechados, por causa das promessas de campanha, ou seja, já está predestinado quem vai ganhar a “LICITAÇÃO” e de “CARTAS MARCADAS”, que em hipótese alguma favorece a maioria dos 85 milhões de excluídos ou mais.
São as falsas promessas de defenderem grandes projetos faraônicos em troca da ilusória “CRIAÇÃO DE EMPREGOS” como forma de prioridades e investimentos sociais, que não é verdade, ou seja, continuam com a “INÉPCIA SOCIAL”, gerando caminhos sem resgatar a divida social com um futuro incerto ajudando os “GRANDES ESPECULADORES” com recursos públicos, sem ao menos aplicar nas políticas sociais e o mais incrível estes recursos públicos representam a riqueza dos 85 milhões de excluídos ou mais como forma de viverem dignamente.
Essas falsas promessas com ações demagógicas de uma política “ASSISTENCIALISTA E PATERNALISTA” com “VIÉS DISCRIMINATÓRIO” dos 85 milhões de excluídos ou mais de necessitados, sem forças para entrar em iniciativas cooperativistas, porque desde o principio já são consideradas excluídos sem poderem integrar – se ao “MERCADO CAPITALISTA”.
O Estado até os dias de hoje não garantiu os “DIREITOS UNIVERSAIS E SOCIAIS” que estes 85 milhões de excluídos ou mais clamam, e o Estado credor desta divida sócias, não assumiram a política de reconhecimento destes direitos básicos, como qualidade essencial de ações de políticas públicas para alcançar os 85 milhões de excluídos ou mais que se encontram na marginalidade social e situação de fome e miséria, ou seja, é a continuidade das “ARMADILHAS DE PALANQUE DO ASSISTENCIALISMO E DO PATERNALISMO DEPENDENTE”.
O Estado infelizmente tem uma “VISÃO TECNOCRÁTICA E BUROCRÁTICA” sem discutir com os 85 milhões de excluídos ou mais, através de uma participação ativa nas grandes decisões acerca do “CONTROLE SOCIAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS”, que fragilizam cada vez mais os 85 milhões de excluídos ou mais, principalmente nas questões de desvios públicos, não aceitam mais estas práticas autocráticas dos nossos “GOVERNANTES E LEGISLADORES DE PLANTÃO” de controle geral sobre os 85 milhões de excluídos ou mais, pela indefinição de procedimentos nas implementações de transferência de renda e riqueza em nosso país que só ficam nas mãos de poucos.
O abandono e o enfraquecimento das Responsabilidades Sociais dos nossos Governantes e Legisladores de Plantão que só atendem grandes especuladores privilegiados sobre os 85 milhões de excluídos ou mais como uma política meramente compensatória, criando dependência e empobrecimento destes 85 milhões de excluídos ou mais sem nenhum empreendimento que venha a gerar renda, é a continuidade das especulações financeiras macroeconômicas que nos submetem as tensões sociais com ingerências político-partidárias, ou seja, os partidos políticos é que nos governam e não os nossos representantes da comunidade que escolhemos como delegados para nos defender em questões sociais, pois os espaços dos partidos políticos pertencem às elites oligárquicas monopolizadoras, sempre interferindo nas grandes decisões que venham a ferir os seus interesses pessoais, fugindo a legalidade e a legitimidade de quem os elegeu.
Os desejos incontroláveis dos especuladores de plantão colocam os seus interesses pessoais acima da vida dos 85 milhões de excluídos ou mais sem ao menos obedecer ao meio ambiente sustentável, sem responsabilidade social passando por cima das políticas públicas já fragilizadas pelos nossos Governantes, nossos Legisladores de Plantão e de Outras Instituições Governamentais.
Esta falta de apoio dos nossos Governantes em todas as instancias dos governos, deveriam nos revelar a falta de comunicação para uma grande mobilização social em prol dos 85 milhões de excluídos ou mais.
O sentido ético e político dos nossos Governantes devem estar comprometidos com a mobilização da cidadania, garantindo verdadeiros objetivos que são a “MOBILIZAÇÃO SOCIAL”, excluindo a tradição ideológica e prática dos Três Poderes Constituídos pelo Voto Popular, de que não devem nada aos “ELEITORES”, agindo segundo os seus interesses particulares ou pessoais, ou seja, está fazendo o jogo da Elite Oligárquica Monopolizadora, como marca registrada de todo “REPRESENTANTE ELEITO”.
Os nossos Governantes eleitos devem ter o crescimento da consciência e da prática de que foram eleitos para atender os anseios dos 85 milhões de excluídos ou mais e da Cidadania como fonte de transformação fundamental de referência cotidiana da honestidade e da verdade, expressos na “CONSTITUIÇÃO FEDERAL E NOS TRÊS PODERES PÚBLICOS” em prol dos 85 milhões de excluídos ou mais.
Todas as contradições prometidas nos “PALANQUES” devem ser objeto de reflexão de “EXAME DE CONSCIÊNCIA” por parte de que assume qualquer “CARGO PÚBLICO”, como reconhecimento da sua própria missão que é de “SERVIR A NAÇÃO”, mantendo a questão de equilíbrio dos recursos públicos destinados as Ações Sociais de Capacitação Profissional, com Instituições Profissionalizantes sérias e comprometidas com a cidadania e responsabilidade social, deixando de lado os setores economicamente dominantes por grandes projetos faraônicos mantendo a primazia dos interesses dos especuladores que detêm os “TÍTULOS DOS GOVERNOS OU APENAS OBRIGAÇÕES DAS DIVIDAS EXTERNAS E INTERNAS” de um crescimento econômico comandado pelo mercado submetidos na busca desenfreada do lucro fácil, como etiqueta anti-social, dispensando mão de obra reduzindo o capital destinado aos dos 85 milhões de excluídos ou mais, concentrando todos estes poderes sobre as riquezas mundiais por meio de especulações para manter a desestabilização do Brasil, a fim de extrair dos 85 milhões de excluídos ou mais, que são os juros e mais juros astronômicos e escorchantes, sem ao menos comprometer-se com a produção, por entender que é uma situação de risco para o país.
A falta e os desvios de recursos públicos em “INVESTIGAÇÕES SOCIAIS” traduzem em descontentamentos e frustrações dos 85 milhões de excluídos ou mais nas questões de Capacitações Profissionais, principalmente as ONGs, Fundações, Instituições Filantrópicas, que na maioria das vezes são “PILANTRÓPICAS” criadas em “BOTES DE CAMPANHAS ELEITORAIS” por “LEGISLADORES DE PLANTÃO E OUTROS” senhores do capital desonestos, que ameaçam na retirada destes capitais para fora do país, forçando os 85 milhões de excluídos ou mais a pagarem as maiores taxas de juros do planeta, desestimulando a produção e provocando a desigualdade social e o desemprego.
Os 85 milhões de excluídos ou mais exigem ruptura das políticas viciadas e vitalícias das concentrações de riqueza e renda em mãos das elites oligárquicas monopolizadoras privilegiadas a fim de que possamos avançar-mos na busca do equilíbrio entre a liberdade e o exercício da cidadania, como ponto “ÉTICO E JURÍDICO E ESPIRITUAL”, com relação harmoniosa entre a “LIBERDADE INDIVIDUAL E A COLETIVA” em todas as suas dimensões para superar as contradições e discriminações sociais neste contexto, que a cada dia que passa ficamos mais e mais decepcionados com esta “POLÍTICA NEPOTISTA E CORPORATIVISTA”, principalmente quando estes “Legisladores de Plantão” resolver instaurar as tais de CPIs (COMISSÃO PARA IDIOTAS E IMBECIS IMBECIBILIZADOS) que somos “NÓS ELEITORES” que pagamos os seus vultuosos salários, onde se gastam horrores e toneladas de papeis, diárias em outros estados, passagens de avião, etc. minando o erário público e acabando terminando em “PIZZA COM MARMELADA”, sem ao menos preocupar-se com a “RESPONSABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL”, porque para produzir 1 tonelada de papel são necessárias derrubar 40 arvores adultas, sendo que, para uma arvore se tornar adulta demoram nada mais nada menos que quarenta anos.
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