quinta-feira, 4 de julho de 2013

SEGURANÇA COM ALIMENTOS


SEGURANÇA COM ALIMENTOS

            Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que todo dia no Mundo 40 mil pessoas, principalmente crianças, morrem por desnutrição ou por doenças associadas aos alimentos.
            As doenças provocadas pela ingestão de alimentos representam um grande perigo para a população - principalmente aqueles restaurantes, lanchonetes, bares, etc. que colocam as mesas do lado de fora, ou seja, na rua, pois adquirem poeira, ácaros, vermes, bactérias, monóxido de carbono dos veículos, etc. - e ocorrem em grande número, mesmo em países desenvolvidos. Para se defender dos riscos relacionados aos alimentos, o Consumidor deve estar atento e informado sobre os seus direitos e adotar uma postura ativa, ou seja, exigir que sejam respeitados, cobrando isso das (dos) Concessionárias, Permissionárias, Fabricantes, Importadores, Distribuidores, Representantes, Comerciantes em Geral, Fornecedores e Prestadores de Produtos e Serviços Essenciais de Consumo Privado e Consumo Público e Congêneres; Esferas Municipais, Estaduais e Federal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Inúmeras pesquisas realizadas pelos Órgãos Públicos de Vigilância Sanitária, Universidades, as Assembleias Livres e Gerais Comunitárias Espontâneas Autônomas para a Garantia Constitucional e em Defesa dos Cidadãos Vitimados - Lei 1207 de 25 de outubro de 1950 e as Associações de Defesa dos Consumidores sem fins Econômicos e pelo INMETRO mostram altos níveis de contaminação química e microbiana dos produtos alimentícios em geral.
            Aproximadamente 20% dos produtos alimentícios testados pelo IDEC e Associações de Defesa do Consumidor nos últimos nove anos estavam em desacordo com a legislação sanitária e 40% deixavam de trazer informações importantes para os consumidores, por exemplo: No nosso País (BRASIL), as comercializações de carnes bovinas, suínas, aves em geral, peixes nos açougues, mercados e feiras livres clandestinamente, sem o selo do Serviço de Inspeção Federal e infelizmente, por todo o Brasil, aos olhos da Vigilância Sanitária Federal, Estadual e Municipal e a impunidade continua e continua e...
            As informações incorretas, irresponsáveis, abusivas, extorsivas e enganosas nos rótulos, a grande quantidade de alimentos de alto risco sem inspeção sanitária, como as carnes, o leite e seus derivados, e a falta ou inadequação de programas específicos de monitoramento de resíduos de drogas veterinárias e agrotóxicas são os principais problemas na área de segurança alimentar. 
            Veja alguns exemplos desse tipo de contaminação no quadro abaixo.

LIVRO VIRTUAL - CIDADANIA EM QUESTÃO - AUTOR: GILBERTO CRISTENSEN - 3º VOLUME - O COTIDIANO DO CIDADÃO NA SAÚDE E NA SEGURANÇA

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